sábado, 18 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
A PEC das Domésticas (EC n. 72)
EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 72, DE 2 DE ABRIL DE 2013
Altera a redação do parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal para estabelecer a igualdade de direitos trabalhistas entre os trabalhadores domésticos e os demais trabalhadores urbanos e rurais.
As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:
Artigo único. O parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 7º .....................................................................................
..........................................................................................................
Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social." (NR)
Brasília, em 2 de abril de 2013.
Mesa da Câmara dos Deputados
Mesa do Senado Federal
Deputado HENRIQUE EDUARDO ALVES
Presidente
Senador RENAN CALHEIROS
Presidente
Deputado ANDRÉ VARGAS
1º Vice-Presidente
Senador JORGE VIANA
1º Vice-Presidente
Deputado FÁBIO FARIA
2º Vice-Presidente
Senador ROMERO JUCÁ
2º Vice-Presidente
Deputado SIMÃO SESSIM
2º Secretário
Senador FLEXA RIBEIRO
1º Secretário
Deputado MAURÍCIO QUINTELLA LESSA
3º Secretário
Senadora ANGELA PORTELA
2ª Secretária
Deputado ANTONIO CARLOS BIFFI
4º Secretário
Senador CIRO NOGUEIRA
3º Secretário
Senador JOÃO VICENTE CLAUDINO
4º Secretário
Este texto não substitui o publicado no DOU 3.4.2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Voto consciente
Estava vendo o programa Tribuna
Judiciária na Rede Vida, quando o convidado falava sobre a origem do Voto
consciente e dos projetos atuais. Tais projetos englobam o cidadão vigiar quem
estar no poder e o que está fazendo. E para mostrar que existe maneiras de
fazer isso tem um livro totalmente grátis e em formato de PDF com diversas sugestões variando para adequar as várias necessidades dos municípios.
Propostas que podem ser feitas nas escolas, em ONGs e etc.
Link do livro:
Site oficial:
Texto de RMOL
domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Dia do trabalhador
De um grupo de
mulheres incendiadas aos dias de hoje que comemoramos essa data com o governo “roubando”
através do imposto de renda. Pagamos por esse imposto de renda que só pode ser
dividido por 08 vezes. Pagamos tantos impostos mas ainda sim morremos em uma
fila do SUS.
Pagamos para o pobre ficar com suas bolsas esmola que sai do nosso
bolso. Em Brasília nosso dinheiro vai para prostitutas, obras fantasmas,
funcionário fantasma e ai se faltar um
centavo, o trabalhador é metaforicamente esmagado.
Feliz dia do trabalhador!
RMOL
segunda-feira, 29 de abril de 2013
O massacre do Carandiru a visão do policial
Em 2003 foi lançado o filme Carandiru que conta a suposta versão dos
presos que em outras palavras o policial matou por querer e não para se
defender. E ainda hoje têm alguns ex-detentos que contam (na TV) versão do tipo
que se escondeu de baixo de uma pilha de corpo morto para não ser morto e por
causa disso contraiu AIDS (uma vez que os corpos estavam ensangüentados).
Hoje durante o julgamento
que está tendo um grupo de policiais que entraram no presídio naquele dia foram
condenados. E ainda tem mais grupos de policiais que serão julgados este ano.
O Massacre do Carandiru
ocorreu no dia de 02 de outubro de 1992. Nessa época a imprensa não tinha lá
muito acesso e a internet ainda não era uma ferramenta de mídia como é hoje. A TV
como sempre fez aquele sensacionalismo e seu próprio julgamento na época,
parcial aos bandidos e criticando/acusando os policiais. Na hora os Direitos
Humanos aparecem para defender o preso, mas onde estava esse mesmo Direito de
ser “tratado como gente” quando eles matam aqui fora? Onde estavam as mães
dessas pessoas (111 “vítimas” do massacre) quando eles começaram a entrar para
o mundo do Crime?
Em 2003 após ver o filme
Carandirú , tive acesse a uma palestra com policiais que foram contar sua
versão dos fatos. Além de mostrar fotos e apresentar dados do número de armas (desde
faca/canivete a arma de fogo) que é bem diferente do filme. No filme mostra que
os presos jogaram todas as armas porém os policiais falaram que ao entrar e
revistando o presídio tinha muita mais armas. Um outro fato curioso que foi
tratado na palestra : “quem começou a atirar?”, para essa pergunta a resposta
foi mostrada na prática. Em uma sala de aula bem grande com mais de 50 alunos (da
faculdade), todos prestavam atenção sem piscar o olho, silencio total só se
ouvia o policial que ali falava e os outros 03 policiais que às vezes
completava a fala. E dado um momento de forma inesperada o policial pegou a
arma que estava ali mostrando e explicando na palestra e atirou no chão. O
susto foi geral eu estava na frente em
frente da demonstração além de ficar congelada fiquei um tanto surda (temporariamente),
começou uma falação, alguns levantavam para abrir a janela, começou os ânimos a
esquentar e o policial gritou:
“Pessoal, qual o motivo da
agitação? Todo mundo sentado!”.
Todo mundo um pouco agitado
sentou novamente e o policial começou a falar alto:
“Se vocês estão assim e não
estão sobre eminente perigo. Imagine o policial que já sabia que os presos
estavam armados, que estavam querendo fugir, que já tinham feito ameaça durante
a rebelião.”
E seguiu o policial
colocando a gente na cena do “massacre” do Carandiru, falando alto:
“Pessoal se com um tiro no
chão vocês ficaram agitados, não sabia o que estava acontecendo. Imagina no
Carandiru alguém dispara a arma e não importa que lado começou, começam os disparos para se proteger , isso ambos lados.
E lá como vocês viram no filme era escuro e em muitos lugares os presos
quebraram as lâmpadas para usar como arma também.”
“Pessoal a polícia está aqui
para proteger e não para matar como a mídia coloca.”
No fim dessa palestra eu já
queria ser policial e “proteger e servir”.
Embora o Júri esteja condenando
essas pessoas que apenas estavam tentando proteger quem morava ali nas
redondezas e a sociedade no geral. O que aconteceria se os presos fizessem o
que bem desejasse sem que a polícia encostasse o dedo? Não consegue imaginar?
Lembrando de algo mais atual em 2006 o PCC além de provocar uma fuga em massa,
começou a mandar de dentro do presídio e policiais começaram a serem mortos e
outros cidadãos. Bateu um terror geral que começou em São Paulo e foi se espalhando
por todo país até mesmo no interior chegou. E quem parou com isso foi a mesma
polícia que a mídia massacrou antes.
E como disse o policial de
forma muito orgulhosa:
“Pessoal, a polícia é sempre
alvo na mídia. A maioria das reportagens fazem a população ter medo do policial... As pessoas
também criticam sem saber... Mas a polícia sempre vai estar aqui para servir e
proteger.”
Texto de RMOL
Assinar:
Postagens (Atom)



